Julho é o mês de maior pressão sobre os sistemas de pós-colheita no Brasil. No Centro-Oeste, a colheita do milho safrinha está no pico. No Sul e Sudeste, ainda está em andamento. É o momento em que elevadores, transportadores e silos operam sem parar — e qualquer falha num componente crítico tem custo imediato.
A curva para elevador de grãos é um dos pontos mais vulneráveis nesse cenário. É ela que absorve o atrito contínuo do fluxo de grãos, o impacto da carga e o desgaste por abrasão. Quando falha, a operação para. E na safrinha, parar significa perda de produto, atraso no escoamento e pressão sobre o prazo de armazenagem.
O problema mais frequente não é a falta da peça em si — é o tempo de reposição. Fornecedores que não têm ferramental próprio ou processo completo interno dependem de terceiros para fundir, usinar e acabar a peça. Isso multiplica o prazo e tira o controle de quem precisa do elevador funcionando.
A Fundição Borghetti produz curvas para elevadores de grãos com ferramental próprio e processo completo: fundição, usinagem e acabamento em uma única estrutura. Sem terceirização de etapas, sem prazo estendido entre processos. O resultado é uma peça dentro da especificação técnica e entregue no tempo que a operação exige.
Com mais de 40 anos de atuação e presença em 13 estados brasileiros, a Borghetti é fornecedora de referência para operações que não têm margem para imprevisto — inclusive grandes players do setor como a Kepler Weber.
Se a sua operação ainda vai absorver volume nesta safrinha, o momento de garantir o estoque de reposição é agora.