Com a colheita da safrinha encerrada, o intervalo até o plantio da safra de verão (setembro–outubro) é o momento certo para revisar o sistema de transporte do elevador de grãos. É nesse período de menor movimento que falhas silenciosas — aquelas que não param a operação, mas reduzem sua eficiência — podem ser identificadas e corrigidas antes do próximo pico de fluxo.
Três pontos concentram a maior parte do desgaste acumulado:
Curvas recebem o impacto direto do fluxo de grãos e sofrem abrasão constante nas mudanças de direção da carga. Curvas desgastadas alteram o fluxo e aumentam o atrito no sistema.
Rodas dentadas fazem a tração das correntes do elevador. Dentes desgastados comprometem o encaixe e geram folga, que se traduz em perda de sincronismo e desgaste acelerado de outros componentes.
Revestimento emborrachado protege roletes, calhas e polias do atrito direto com o grão. Quando o emborrachamento se desgasta, o metal fica exposto e o desgaste passa a ser estrutural, não mais superficial.
Revisar esses três pontos antes do pico da safra evita paradas não planejadas justamente no período de maior volume de colheita — quando o custo de uma parada é mais alto.
A Borghetti fabrica curvas, rodas dentadas e componentes emborrachados com processo completo: fundição, usinagem, emborrachamento e vulcanização na mesma planta, em Cerro Largo (RS). Isso significa peça de reposição pronta para instalar, sem depender de terceiros para etapas intermediárias — e prazo de entrega mais curto para quem precisa resolver antes da safra começar.
Se sua operação está se preparando para o novo ciclo, vale mapear agora os pontos críticos do seu sistema de transporte. A Borghetti pode ajudar a identificar o que precisa de substituição antes que a peça pare a operação.